Terça-feira, Junho 24, 2008


CAP 2 PARTE 2 (DESCULPEM O ATRASO, FIQUEI SEM NET E SEM INSPIRAÇÃO)

O vento cortava as suas faces, um ar gélido carregado de rancor, a sua frente estava a trilha por entre a floresta morta e sombria, uma névoa rala e esbranquiçada cobria as proximidades do solo, as suas costas a vila ia desaparecendo por dentre os esqueletos das arvores, um silencio se abatia sobe a região agora, nenhuma palavra era pronunciada, o mais próximo de um som produzido pelo grupo era um graveto quebrando ou um suspiro. Não tardou até os primeiros raios de sol penetrar a floresta morta, a neblina começara a se dispersar a floresta já não era tão silenciosa, o grupo agora permanecia apreensivo com os pequenos animais que os vigiava ao longe, caminharam por toda manhã e o sol já começava a arder em suas cabeças, tortuosos trinta e quatro graus, a temperatura do planeta só aumentara nos últimos quinze anos, e cada ano que passava ficava pior, porém inexplicavelmente o nível dos oceanos se mantinha, ninguém conseguia chegar aos pólos para saber o motivo, as expedições que iam nunca mais voltavam.
Duas da tarde, o suor já jorrava pelos rostos de todos, todos exceto dois, Guilherme e Ezequiel, aparentemente nenhum dos dois parecia ser atingido pelo brusco calor que fazia, nem com as poucas sombras das arvores secas eles podiam contar mais, agora estavam sobre terreno completamente deserto, só havia solo seco e solido, lembrava um pouco terra batida. Quase três da tarde, alguns mostravam realmente estarem sentindo o efeito do sol, Guilherme e Ezequiel porém continuavam nem se importando.

- Vamos fazer uma pausa e depois continuamos quando o sol estiver mais brando.
- Mas Capitão, podemos aguentar tranquilamente.
- Eu também Guilherme, por mim podemos continuar a caminhada.
- Rapazes, vocês dois podem controlar a temperatura ao seu redor com o vento e diminuindo o calor, os demais não podem, estamos todos desgastados pelo sol, vamos esperar pelo menos até as cinco horas.
- Se o senhor prefere assim Capitão.

Eles acamparam ali mesmo, armaram duas barracas e ali ficaram durante duas horas esperando a temperatura diminuir, o vento soprou algumas vezes ajudando a refrescar o local, Pedro estava totalmente concentrado sentado a um canto, provavelmente pensando em como entrar e sair vivo do ponto zero com o seu grupo. Finalmente o sol esfriou.

- Vamos tropa, hora de partir, ainda temos chão pela frente.
- Certo Capitão.

O acampamento foi rapidamente desarmado e todos os vestígios deixados apagados, agora com a temperatura mais amena, puderam prosseguir com mais rapidez, continuaram seguindo em direção a Salvador. A noite caiu logo, Ezequiel conjurou algumas esferas de luz para poderem seguir caminho, desta vez eles estavam seguindo a uma velocidade consideravelmente rápida por dois motivos, para percorrerem o máximo de caminho antes de precisar descansar e para fugir de criaturas que pudessem ser atraídas pelas luzes, a certo ponto o capitão ordenou que apagasse as luzes, não seria mais seguro usar-las a partir daquele ponto.

- Por hoje já fomos longe o bastante, vamos procurar um lugar para acampar e continuamos amanhã. Preparem-se, amanhã chegaremos a Salvador.

Acamparam em uma encosta de uma colina próxima, ali usaram as deformações da colina para acampar em uma pequena fenda, ali comeram e se dividiram em turnos de vigília, a noite foi tranqüila, ou pelo menos quase tranqüila, no turno de Henrique algo aconteceu, nesta noite era lua cheia, e apesar de muitas nuvens cobrirem o céu, de vez em quando podia se ver através das frestas que se abriam com o vento sua exuberância, azulada simetricamente redonda e majestosa no céu, alguns lobos começaram a uivar ao longe, Henrique ficou atento, apesar de longe lobos poderiam ser perigosos, o mal havia corrompido todas as criaturas da terra, não se ouviu mais nenhum uivo nos minutos que se passaram, até que uma das frestas da lua revelou cinco lobos se aproximando a aproximados cento e cinqüenta metros, Henrique rapidamente puxou seu rifle de longo alcance, seu movimento brusco foi notado pelas criaturas que dispararam uivando em sua direção, ele aguardou o momento certo, foi quando exatamente o primeiro deles, o maior e possivelmente líder entrou em uma das frestas que a lua iluminara, seu tiro foi certeiro em meio a testa da criatura, partindo ser crânio em duas partes, isso foi o suficiente para acordar o resto do grupo e para dispersar os lobos, Henrique continuou a observar os lobos recuarem.

- O que aconteceu atirador?
- Uma alcatéia capitão, derrubei o líder, o resto recuou.
- Algo parece lhe preocupar, acha que eles vão voltar?
- Não é isso senhor, antes deles se dispersarem, pensei ter visto uma pessoa em pé perto deles, e um dos lobos me encarou logo em seguida.
- Pessoa? Muito estranho realmente. Bem já esta quase amanhecendo, durma as próximas duas horas eu mantenho guarda agora.
- Obrigado senhor.

Todos voltaram a dormir, o restante da noite se seguiu tranqüila, puderam descansar sossegados. A manhã chegou tão negra quanto a noite, foram acordados pelo capitão Pedro, todos espantados perguntando se havia ocorrido algo “Acordem, já amanheceu!” Pedro teve de explicar que em Salvador o sol nunca raiava, como estavam próximos, onde estavam também não ficava claro. Se levantaram, comeram um pouco e levantaram acampamento, desceram a encosta da colina indo em direção a trilha, continuaram seguindo caminho, passaram por onde estavam os lobos na noite anterior, não havia nenhum corpo, apenas algo que intrigou a todos ali presente, um chumaço de cabelos loiros, todos estavam muito confusos, realmente não sabiam o que havia acontecido, continuaram a caminhada, não tardou a verem as primeiras construções do que um dia fora o berço da colonização americana, tudo destruído, nenhuma planta viva, poeira e sujeira vagavam por uma cidade deserta, poças de lama e podridão em alguns pontos.

- Muito bem, hora de revelar o plano, nós estamos bem aqui na entrada norte da cidade, vamos montar nossa base aqui, onde Gabriel ficará mantendo um escudo e cuidado de possíveis feridos, qualquer emergência corram para este local, Guilherme manterá visão aérea e nós informará utilizando a voz do vento, Yasmim, Carla e Ezequiel virão comigo, Henrique ajuda a guardar a base, atire e qualquer coisa que não for humana que se aproxime. Vamos o ponto de partida será da base, Guilherme já pode começar seu trabalho, nos guie através do caminho mais seguro até a base.

Guilherme imediatamente puxou um pequeno cristal da mochila, o levou perto do peito e recitou algumas palavras em voz baixa, o cristal brilhou e desapareceu, seus olhos mudaram para um tom branco brilhante e ele levantou vôo, imediatamente o Capitão Pedro começou a receber as instruções como se Guilherme estivesse ao seu lado falando com ele, seguiram quase correndo através das ruas vazias e assustadoras da cidade, caminharam por cerca de trinta minutos seguindo as ordens de seu vigia aéreo desviando de vez em quando da rota, até que finalmente alcançaram o ponto da base. Pedro apontou um prédio antigo e entraram nele, Gabriel também retirou cristais de sua mochila, dois para se mais exato, um do tamanho da sua cabeça e outro que cabia na palma de sua mão, ele posicionou o cristal maior no centro da sala e fez o mesmo que Guilherme com o outro em seu peito, seu olho brilhou branco imediatamente ele desenhou os símbolos dos cinco elementos (anexado) o cristal brilhou e de dentro dele uma luz azulada começou a pulsar criando um escudo totalmente circular protegendo a sala.

- Vamos, a partir de agora provavelmente iremos encontrar inimigos, estejam preparados para lutar.

Os três saíram da sala e se juntaram a Guilherme que os aguardava do lado de fora, Pedro deu um sinal para ele simbolizando que estavam partindo, correndo continuaram a ser guiados por Guilherme, o que parecia mais estranho, é que até o momento eles não haviam encontrado nenhum inimigo, isso era muito suspeito e já estava incomodando Pedro, a cidade estava um pouco diferente, Pedro ainda se lembrava vagamente de sua infância naquelas praças hoje campos abertos de morte e destruição, estavam mais próximos, o cheiro de podridão estava quase insuportável, quantas mortes não haviam acontecido ali. “Guilherme, sua posição?

- Nada a frente capitão, estamos quase no destino.
- Isso este muito estranho.
- Também estou achando senhor.

Poucos minutos depois chegaram uma praça abandonada com várias construções em volta totalmente destruídas, Pedro fez sinal para pararem e chamou Guilherme.

- Não estou gostando nada disso, era para isso aqui estar infestado de zumbis, tem algo errado.
- Também achei muito estranho senhor, não vi nada La de cima, o senhor acha que pode ser...

Guilherme mal teve tempo de dizer alguma coisa quando cerca de dez zumbis pularam do solo abaixo do grupo e imobilizaram todos exceto Pedro que pode perceber logo uma leve vibração na terra, agora estavam completamente enrascados, todos imobilizador exceto Pedro que pouca coisa podia fazer sozinho contra dez zumbis carniceiros. Pedro tinha de pensar em alguma coisa logo ou seu grupo seria dizimado. “Lembra do treinamento, encontre o ponto fraco, use o terreno ao seu favor, seja rápido e preciso, seja rápido e preciso”. Pedro notou um velho cabo elétrico no chão a poucos metros de distancia, o cabo tinha aproximados quatro metros. “Boa garoto pensou bem.” De um salto agarrou o cabo e em um único movimento arrancou todas as cabeças dos zumbis, fez um segundo giro e cortou os braços, assim que o fez mais zumbis apareceram do solo.

- Corram, rápido.

Correram o mais rápido que suas pernas conseguiam, Guilherme duas ou três vezes criou paredões de ar atrasando os zumbis, porém nada adiantava, mas e mais deles surgiam, estavam ficando cansados já, Guilherme pegou um informe de que a base também estava sendo atacada.

- Vamos nos esconder dentro daquele prédio, rápido.

Entraram em uma construção antiga, as paredes ainda guardavam alguns vestígios de pintura, boa parte já descascara, as paredes eram de pedra, pareciam muito antigas, metade da construção havia desaparecido, simplesmente não haviam escombros nem nada sumira, continuaram entrando, entraram em uma sala para se esconder, La fora os zumbis estavam enfurecidos, sedentos de carne, estavam temporariamente seguros agora, cercados porém seguros. Pedro se virou e teve uma estranha sensação de já ter estado naquele lugar antes, moveis antigos, retratos nas paredes, construção do tempo colonial, ele se lembrou, teve um sonho sobre aquele lugar era tudo exatamente igual ao seu sonho, se aproximou da foto que vira em seu sonho ficando parado exatamente onde estava, observou a foto atentamente, lá estava ela, a menina do seu sonho na foto com outras crianças, chegou mais perto e tocou a foto bem no ponto em que a menina se encontrava, a foto brilhou muito forte, um raio correu da foto pela parede iniciando um caminho de fogo, a luz também chamou a atenção dos zumbis ao lado de fora.

- Droga que foi isso? Capitão o que faremos agora?
- Corremos, vamos seguir o caminho de fogo, você pode sentir ele e dizer onde vai parar pra sabermos se é seguro.
- Sim senhor, vejamos, ele segue por dois lances de escadas para baixo, chega até um grande salão, depois segue para baixo no solo, tem uma câmara lá. Vamos podemos nos abrigar nela.
- Antes de irmos, Ezequiel, incendeie a construção.

Correram seguindo a trilha deixada pelo fogo na parede, logo atrás Ezequiel vinha lançando bolas de fogo incendiando todo o local, passaram pelas escadas, chegaram ao grande salão, parecia ser uma biblioteca antiga, muitos livros destruídos, metade do local não existi mais, continuaram seguindo a trilha até um ponto em que ele simplesmente entrava debaixo de uma estante, Guilherme com uma rajada de ar derrubou a estante revelando um alçapão de ferro meio velho com indícios de ferrugem, puxaram e entraram rapidamente, o ultimo foi Ezequiel que antes de entrar tomou um fôlego e criando uma bola com as mãos soprou o mais forte que conseguiu espalhando fogo para todos os lados, mergulhando na entrada logo em seguida, estavam em uma sala circular onde não havia nada além de uma caixa de concreto totalmente selada no centro, e uma passagem trancada um ponto da parede.

- O que será que é isso capitão?
- Não faço a mínima idéia Clara, Guilherme, veja se consegue uma posição da base.
- Sim senhor, Gabriel informou que estão sendo atacados, o escudo esta agüentando e Henrique esta conseguindo derrubar todos os inimigos, eles estão bem por enquanto, vou avisar que escapamos e estamos temporariamente presos, a comunicação esta muito ruim, estamos muito longe e minhas energias estão acabando.
- O que será que tem nessa urna? Vamos tentar abrir.

Fizeram algumas tentativas inúteis de abri-la, nada adiantava, força bruta, utilização de elementos nada, estavam trancados com uma urna misteriosa que não abria, Pedro já começará a desistir, se debruçou sobre a urna e decidiu que era melhor sentar um pouco, se sentou recostando-se na urna, começou a tentar adivinhar o enigma que os circundavam, o sonho, a sala, a luz, a urna, nada fazia sentido, repentinamente Pedro se tocou que havia algo escrito no rodapé da parede da sala, levantou-se de um salto espantando a todos que pensavam que estavam sendo atacados e correu para a parede, chegando La havia a mesma frase se repetindo varias e varias vezes com um desenho de quatro pessoas ao redor de uma caixa.

- Singulus nos es aliquantum maximus , tamen iunctus can admoveo vita. O que isso significa senhor? (novamente, usei tradutor online, não sei se esta certo, se não estiver aceito correções)
- Latim antigo Carla, deixe-me traduzir, “Separados somos muito importantes, porém juntos podemos criar a vida...” hum, o que poderia ser... ... ... ... - vários minutos depois - . Já sei, são os elementos, tentamos abrir com eles separados, não tentamos com todos ao mesmo tempo, vamos La, Carla você tem alguma água com você?
- Água propriamente não, serve cuspe?
- Bem, serve, vou recolher um pouco de terra. No três nós jogamos, 1, 2, 3 agora.

A primeiro estante nada aconteceu, todos se entreolharam, a tampa deu um solavanco, a sala começou a estremecer, a tampa se mexeu a sala foi banhada de luz, estava tão claro que praticamente impossível se permanecer com os olhos abertos, a luz começou a diminuir e a se condensar em um ponto, formou uma espécie de bola bem em cima da caixa, a bola permaneceu pairando no ar por alguns segundos com um movimento brusco ela partiu indo dentro da caixa, passando pela porta trancada e desaparecendo para fora da sala em um imenso clarão, um corpo feminino totalmente nu emergiu da caixa.

- Quem será que é ela ???
- Não sei, mais parece humana, e parece estar viva.
- Olhem ela esta acordando.
- Parece estar bem.
- É um milagre alguém, justo aqui no ponto zero e ainda ter sobrevivido por tanto tempo.
- vamos temos que levá-la para a vila, rápido.

Continua...

Cap3 – Mais um e Menos um.

- Senhor, Henrique não sobreviveu senhor, fomos atacados por muitos lobos, e tinham cinco pessoas comandando os lobos, uma delas se transformou em um lobo grande e agarrou Henrique pelo braço, levaram ele senhor, eu não pude fazer nada, só sobrevivi por causa daquela luz que espantou todos os monstros.
- Impossível, nossos espiões falaram que o Zero estava fazendo experiências na tentativa de fundir DNA Humano com DNA Animal, será que ele conseguiu?

Postado por Jorge; ás 14:46 | Quinta-feira, Maio 08, 2008


CAP 2 PARTE 1 EM BREVE A PARTE 2 DO CAPÍTULO 2.

CAP 2 – O fim do mundo
Quinze anos se passaram desde o primeiro impacto, após ele muitos outros vieram e a cada novo ataque mais devastação e mortes, os animais se voltaram contra o homem, todas as grandes cidades do mundo foram tomadas, criaturas das mais estranhas agora as habitavam, muitos morreram e quanto aos poucos que sobreviveram, montaram acampamentos secretos onde se refugiaram, nenhum equipamento eletrônico funcionava mais, tudo que necessitava de eletricidade para funcionar parou de funcionar naquele mesmo dia, os que pereceram se tornaram escravos zumbis, quanto ao garoto, bem, digamos que agora o planeta é dele.

- Chegaram novas noticias do vaticano, estão recrutando algumas pessoas de todos os lugares do mundo para montar uma nova milícia protetora, o inspetor acabou de chegar, ele vai selecionar os aptos ao treinamento e levá-los.
- Hum. E quanto ao nosso escudo? Desde que o vaticano liberou esses estranhos poderes para combater o Zero(era como era chamado o garoto, seus registros e parentes misteriosamente desapareceram, ninguém sabia quem ele fora antes de se tornar o autodenominado Zero) ele tem enfraquecido, quando é que vão renovar o nosso escudo? Se ele se romper a vila ficará desprotegida.
- Eu não sei senhor, vou perguntar e lhe trago a resposta.

O vaticano assumiu parte da culpa por tudo o que acontecera. Proteger o livro era parte do trabalho deles, muitos se perguntaram como um livro tão perigoso como aquele havia ido parar em uma biblioteca de um colégio, após se responsabilizar por tudo o que aconteceu o vaticano também revelou que com a ruptura do selo do livro, eles poderiam romper os outros livros que estavam em seu poder, livros que ensinavam a proteger, a ultima esperança contra as forças das trevas que avançava e dominava o mundo, eles recrutavam pelo mundo inteiro jovens com as habilidades necessárias para cada tipo de livro, cada um ensinava uma coisa diferente, uns ensinavam habilidades de proteção, como escudos de força, invisibilidade e outras muitas habilidades, enquanto outros ensinavam habilidades mais ofensivas como controle dos elementos, agora pelo mundo inteiro havia pessoas lutando com a força dos elementos dada pelos livros, porem eles foram alertados para nunca revelar a localização dos livros, pois se os livros fossem destruídos estaria tudo acabado. Os que não eram selecionados também lutavam, utilizavam outras formas, se especializavam em combates corpo-a-corpo e com armas de fogo.

Alguns dias antes...

Vila de refugiados zero, estado da Bahia, um grupo se preparava para mais uma missão na antiga capital, seu objetivo era investigar o ponto zero em busca de informações, missão de prioridade alfa. O líder da missão estava muito apreensivo, o ponto zero um dos mais perigosos do mundo, os zumbis nascidos La neste momento já estavam bastante fortes, foram muitos anos matando humanos e se digladiando entre si próprios, não eram completamente burros e seu lado mais perverso fora despertado quando tornaram-se zumbis, agora eram maquinas de matar. Distraído pensando nisso nem notou quando o General entrou na sala.

- Preocupado meu jovem?
- Hum... Desculpe, estou sim, todos sabem o quão perigosa essa missão será.
- Muito bem, seu pai Pedro foi um dos maiores líderes que esta cidade já teve, eu o estou substituindo com muito pesar por sua morte porém sei que não ficarei aqui para sempre, logo-logo será você a sentar naquela cadeira, você é um dos melhores que temos, seu pai se orgulhava muito de você, se tem alguém que pode dar conta desta missão eu sei que é você.
- Muito bem general, já que o senhor esta dizendo, preciso de uma lista de todos os disponíveis para esta missão.
- Muito bem, temos um curandeiro, um mensageiro, dois elementais e um exorcista alem de um atirador.
- Hum, eu poderia levar todos comigo?
- Sim, sim eu os separei justamente para você, as fichas estão sobre a mesa.

Pedro pegou as fichas com as informações sobre cada membro de sua equipe, as fichas não continham informações físicas, somente as habilidades, sexo e idade de cada um. Carla: Mensageira, habilidades de locomoção e destreza, consegue atravessar um campo de batalha em uma velocidade incrível sem sofrer um único arranhão, dezenove anos de idade. Gabriel: Curandeiro e Escudo, uma das jóias raras dentre os selecionados, um dos poucos a ser escolhido por mais de um livro, além de suas ótimas habilidades de cura, também dominou a arte da defesa, podendo criar poderosos escudos de proteção, vinte e dois anos de idade. Guilherme: Elemental vento, pode controlar o elemental vento, podendo criar grandes rajadas de vento, até finas e rápidas laminas de ar, com dezessete anos é o mais novo do grupo e um prodígio dentre os elementais. Yasmim: Exorcista, dominou as artes da purificação e as utiliza em combate, limpando áreas, alimentos e até mesmo libertando almas, vinte e nove anos. Ezequiel: Elemental fogo, dominou o Elemental fogo, consegue criar desde tochas flutuantes até mesmo grandes paredes de fogo, pode sinalizar com luzes no céu a distancia, o mais velho do grupo trinta e cinco anos. Henrique: Atirador, assim como Carla não foi selecionado por nenhum livro, porém isso não o impediu de expor suas próprias habilidades com as armas, é capaz de derrubar um alvo a mais de quinhentos metros de distancia, vinte anos.

- Bem, parece um time promissor.
- E são, foram trazidos de todas as vilas do pais somente para esta missão, já mandei um recado para todos se aprontarem que vocês irão partir amanhã bem cedo.
- Mais tão rápido assim?
- Pedro meu jovem, eu sei que até La você já terá bolado algum plano.
- Eu também espero, bem vou me retirar, amanhã encontro com todos no pátio para levá-los ate uma sala e esclarecer o plano.

Pedro retirou-se, foi atravessando o entrada do palácio central, a vila era divida em áreas, área das moradias, área do comércio (sim mesmo com tudo que ocorreu o mundo ainda continua capitalista), área do governo (onde todas as decisões eram tomadas) e área do cultivo (onde eram cultivados os alimentos para os moradores), havia coleta de impostos para manter a alimentação das pessoas, água e comida era distribuído para todos, todos tinham uma moradia, outros serviços como tinturaria, marcenaria, perfumaria dentre muitos outros eram por conta do povo que dali tirava algum dinheiro para pagar os impostos, a economia girava ao redor dos soldados do governo que recebiam para lutar. Pedro já estava chegando a área dos dormitórios quando se deparou com o cristal protetor, cada vila tinha o seu, era ele quem fornecia o escudo protetor da vila, eram grande, cerca de cinco metros quadrados, brilhava um branco azulado e dele partiam feixes de luz verticalmente até um ponto no céu onde se espalhavam criando uma cúpula ao redor da vila, era tão bonito e brilhante que Pedro poderia tirar alguns minutos do seu tempo para admira-lo.

- Bonito não acha?
- Hum, a é sim, muito, mas que é você?
- A desculpe, má educação minha, prazer Carla, você deve ser o Capitão Pedro? Puxa para alguém no posto de capitão você até que é bem novinho, tem o que uns vinte e três anos?
- Ola Carla, que é isso já não sou tão novo assim, e tem capitães mais novos que eu por ai.
- Tem certeza, pelo que fiquei sabendo você foi super condecorado por ter um intelecto superior capaz de lidar com situações difíceis, além de lutar como ninguém, bem acho que temos um ótimo líder, melhor eu ir indo, amanhã tenho que chegar antes do senhor, boa noite.
- Boa noite...
- Que mulher...Melhor eu ir dormir.

Pedro continuou sua caminhada ainda pensando em, Carla, era uma moça muito bonita, corpo escultural, cabelos loiros esvoaçantes e olhos mel (imaginem o corpo da forma que vocês acharem mais bonito), com certeza era uma linda garota. Não tardou a chegar na área residencial, estavam quase todos dormindo a esta hora, com exceção de alguns guardas que faziam a ronda e uns poucos grupos sentados as portas das casas conversando, Pedro chegou em sua casa, abriu a porta coletou o noticiário que era entregue gratuitamente a todos, leu as mesmas noticias de sempre, soldados mortos durante missões, tentativas de invasões dos animais, novas descobertas na luta contra as forças escuras e assim continuava, bebeu o resto de leite de havia na geladeira. Mesmo sem conseguirem fazer os aparelhos eletrônicos funcionarem, eles conseguiram através de reações químicas e ajuda de alguns elementais da água criar um sistema de refrigeração que era distribuído para toda a cidade ajudava na conservação dos alimentos.
Pedro foi dormir, já estava tarde e no dia seguinte teria uma missão difícil a enfrentar, ficou contemplando as estrelas por um tempo, até começar adormecer lentamente, o sono o dominou e finalmente caiu no sono...

- Ola, você esta aqui para a salvação?
- Salvação? Do que você esta falando?
- Do anjo, o anjo que veio para nos salvar.
- Que anjo?
- Aquele no retrato pendurado na parede.

Pedro olhou para o retrato, e somente neste momento se tocou de que não estava mais na sua casa, era um ambiente totalmente diferente, as paredes eram de uma arquitetura antiga, como que do tempo colonial, haviam alguns moveis antigos, nas paredes haviam fotos de varias pessoas, todas crianças e vestidas com as mesmas roupas de cores azul e branco, a foto que a garota apontou também estava com as outras, porém era a única colorida, Pedro olhou mais de perto.

- Mais essa aqui é você? Você é o anjo?

Quando se virou para a menina ela havia desaparecido, Pedro estava em meio a um monte de escombros e só havia destruição e desespero para todos os lados, muitos mortos e alguns mortos começando a se mexer do chão e atacar os vivos, foi então que escutou gritos de socorro vindo de baixo dos escombros, os gritos continuaram cada vez mais fortes ate que os escombros desmoronaram e a voz silenciou-se.

- Você esta bem? Responda tem alguém ai?
- Tem algue...
- Hum, foi apenas um sonho...Já amanheceu, tenho que me arrumar.

Pedro se levantou, fez seus alongamentos matinais comeu um pouco de cereais e suco, verificou seus equipamentos deus uma ultima olhada na sua casa para se lembrar bem dela caso fosse a ultima vez que a visse, fechou a porta e seguiu em direção ao prédio central de comando, o dia estava começando a raiar, o céu continha uma mistura de roxo com azul claro recebendo toques quase que forçados de laranja vindos do horizonte, desta vez as ruas estavam completamente desertas com exceção dos guardas que faziam a segurança das ruas. Não tardou muito chegou novamente ao prédio central de comando, já haviam duas pessoas a sua espera. Uma jovem moça muito branca, parecia ter vindo de outro país, não era tão bonita quanto Carla, mais era um tanto mais bela que a maioria das moças, loira com olhos castanhos, e um jovem rapaz com um rosto fino, alto, um pouco forte, face séria, cabelos pretos acastanhados, os dois bateram continência e se apresentaram.

- Exorcista Yasmim senhor, pronta para o combate.
- Atirador Henrique senhor, pronto para o combate.
- Capitão Pedro, nenhum talento específico, podem relaxar.

Pedro deu um breve sorriso para os dois para descontrair um pouco, estava carimbado em suas faces que estavam um pouco apavorados com a idéia de ir ao ponto zero. Não tardou e os outros chegaram, todos de uma só vez, Carla que já conhecera na noite passada e outros trez soldados a seguiam, um muito marcado pelas batalhas, trazia muitas cicatrizes de luta, tinha um físico bastante desenvolvido, cabelos curtos e ruivos, o outro ao seu lado era um jovem muito novo, tinha uma estatura mediana, cabelos longos e soltos e bem negros, não era nem magro nem forte, aparentava descendência indígena, e o ultimo do grupo se destacava dentre os outros, usava uma espécie de manto com várias insígnias de condecoração, Pedro sabia muito bem de quem se tratava, era o curandeiro produtor de escudos, a elite dentro os escolhidos, além de ter sido escolhido para escudo, também fora escolhido para cura, os dois livros mais difíceis de se ser aceito.

- Curandeiro e escudo Gabriel, pronto para o combate.
- Elemental vento Guilherme, pronto para o combate.
- Elemental fogo Ezequiel, pronto para o combate.
- Mensageira Carla, pronta para o combate.
- Podem relaxar, então deixe-me ver, você o mais deve ser o mais velho e experiente Ezequiel, caso aconteça algo comigo você será o segundo no comando da missão, você apesar de ser o mais novo Guilherme, tem como missão vigiar os perigos do perímetro utilizando o vento, caso a situação aperte gostaria de saber se você é capaz de tirar todos de La rapidamente até uma distancia segura?
- Nós sete eu consigo sim senhor, se fossem oito eu não agüentaria por muito tempo, porem sete da para conseguir um kilometro sem problemas.
- Ótimo! Quanto ao Gabriel você será responsável por manter o acampamento a salvo e curar os feridos, escolheremos um ponto de apoio onde você criará um escudo e ficará lá, caso alguém se machuque você será o responsável por mate-lo vivo. Carla você terá que levar toda e qualquer informação o mais rápido possível dentro do grupo entre os integrantes e ao finalizarmos a investigação você irá na frente com todas as informações coletadas para fazer o primeiro relatório. Muito bem nesta missão o nosso objetivo é o de investigar o ponto zero em busca de qualquer informação útil que possamos usar nesta guerra, devemos matar todos os inimigos que nos avistarem, não devemos ser notados, será muito perigosa, sigam sempre as minhas ordens e cuidado para não se perderem naquela cidade, é um local muito perigoso, as coisas nem sempre são o que parecem, iremos entrar pelo sudoeste da cidade, seguiremos nos deslocando por ruas secundarias o mais rápido e cautelosamente possível, nosso objetivo esta perto da orla quase no centro da cidade baixa, lá está o nosso objetivo, esta na hora de irmos, qualquer duvida esclarecerei no caminho.

- Sim senhor!

Todos pegaram seus equipamentos e os mantimentos cedidos pelo governo iniciando assim a sua jornada, se locomoveram até o portão norte da cidade, atravessando a área comercial que já começava a ter movimento, muitos desejos de boa sorte foram dados ali pelos cidadãos, os soldados eram muito respeitados por todos. Avistaram o portão, lá estava ele, cinco metros de altura por quatro de largura contendo um de espessura todo feito em puro aço dois guardas estavam nas guaritas acima dos muros e dois estavam nas laterais dos portões, ao chegaram bateram continência e o portão foi aberto, ali estavam eles, a poucos metros de distancia dos limites do escudo, de um lado os sobreviventes de um massacre, do outro apenas arvores e terra seca, muitos cadáveres e destruição, Gabriel se dirigiu ao escudo para abrir uma passagem. Saíram enquanto só portões eram fechados, antes de se fecharem completamente escutaram La de dentro.

- Boa sorte Soldados.
- Obrigado! Bem, Ca estamos, vamos pessoal temos um longo caminho pela frente.
Continua...

Postado por Jorge; ás 18:59 | Quarta-feira, Abril 23, 2008


ATENÇÃO - ESTA É A SEGUNDA PARTE DO CAPÍTULO 1, ELE COMPLETO ESTA DISPONIBILIZADO PARA DOWNLOAD NA ABA LATERAL DA PAGINA.

Já estava colado na grade olhando fixamente para a janela quando a luz repentinamente se extinguiu, seu coração lentamente desacelerava enquanto sua consciência voltava, novamente ele estava no comando, o corpo era seu novamente, foi tudo tão estranho e rápido que mal pode perceber que estava sendo observado o tempo inteiro.

- Para onde estava olhando com tanto deslumbre?
- O...Ola senhorita Clodores, nada não, foi só um pássaro que eu tava vendo passar.

- Eu realmente espero que seja isso mesmo, eu vi seus olhos quando sai da sala de arquivos, escute bem garoto, já vivi o bastante para entender que tem certas coisas que nós devemos ignorar, e aqueles livros dentro destas salas são o tipo de coisa que realmente devem ser ignoradas, agora vá andando que aqui não tem nada para você.
- Como a senhorita quiser.

Mesmo com todos os avisos que recebeu de que deveria ignorar tudo o que havia visto e sentido até agora, ainda assim queria e iria tentar descobrir a fonte de tal brilho. Voltou para casa pensando em mil maneiras diferentes de entrar na sala dos arquivos, porém, após exaustivamente gastar cada ponta de energia caminhando e pensando acabou por mudar de opinião, chegou em casa tão cansado e abalado que havia até esquecido que seus pais foram avisados de sua detenção, parecia cena de filme, quando uma tocaia é armada para pegar o bandido ao colocar o primeiro pé dentro de casa a emboscada estava feita, foi preso e levado para interrogatório dos detetives pai e mãe, teve de ouvir poucas e boas por algo que nem ao mesmo tinha feito, apesar da imensa vontade de reclamar de algo, achou que já estava cansado demais para iniciar mais uma discutição, queria apenas comer alguma coisa e ir para seu quarto dormir com a sorte que estava era o melhor fazer. Finalmente a bronca acabou, um mês sem videogame e sem poder sair de casa, comeu alguma coisa e foi imediatamente dormir.

Venha a mim, venha a mim...você é o único que pode, venha a mim, eu te darei tudo o que desejar.

Uma porta de madeira muito antiga e bem talhada apareceu em sua frente, a porta estava entreaberta, novamente seu coração acelerou não conseguia se controlar novamente, desta vez a porta estava aberta ali na sua frente, ele podia entrar e não havia ninguém por perto para segura-lo, escancarou a porta de uma vez, estava ali a sala, com algumas estantes velhas e empoeiradas uma mesa antiga de madeira e algumas cadeiras grandes e pesadas, vários livros de todos os tamanhos, pareciam muito antigos com capas grossas e antigas, dava a impressão que havia voltado no tempo para a idade média, ali estava, era ele, um livro ao fundo dentro de uma redoma de vidro detalhada em ouro, cheia de símbolos estranhos, estava brilhando, mais intensamente do que nunca, agora poderia tocá-lo sem problema algum, disparou em direção ao livro, seus olhos se tornaram vermelhos, sua mão já estava quase ao alcance, algo lhe puxou, não poderia virar para ver o que era, não agora, não ali ele ia pegar na redoma quando lhe puxou mais forte ainda, decidiu se virar para se desvencilhar do que estava lhe puxando.

- DOLORES!
- EU AVISEI PARA NÃO ENTRAR AQUI, AGORA SERA PUNIDO.
- NÃÃÃÃOOOOOOOO.

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAA, Hum...hum...hum...hum...hum... Foi apenas um sonho, melhor voltar a dormir, hoje o dia vai ser cheio.

A semana se passou bem rápido, o clima não poderia ser pior, além de estar de castigo e em casa, estar cumprindo detenção no colégio e se escondendo de uma trupe de playboys no colégio, a semana inteira ficou nublada e chuvosa. Sua detenção piorava a cada dia, agora além de guardar os livros ele também estava ajudando na limpeza da biblioteca, teve até que limpar vomito de uma mesa, quando finalmente a sexta-feira chegou o dia amanheceu claro com poucas nuvens, ensolarado, um dia perfeito para se ir a praia parecia a promessa de que a maré de má sorte iria acabar, desceu tomou seu café, se despediu de sua mão e pegou um taxi para ir ao colégio, parece que seu pai estava muito ocupado com os negócios de novo e teve de sair cedo, a viajem foi tranqüila, não demorou muito chegaram ao colégio, pagou o taxista e foi entrando no colégio. Mal havia saído da vista do porteiro quando foi atingido bem na boca do estomago por um punho, mal sabia que iria se arrepender amargamente por suas ações.

- Isso novato é pra você não se esquecer de quem é que manda aqui.
- Quem manda aqui? Vou te mostrar quem é que manda!
- O que esta acontecendo aqui.
- Nada não coordenadora, estávamos comentando sobre um filme que passou na televisão ontem não é novato?
- Hum, vejo que já esta se enturmando com seus colegas, que bom, não aprontem nada meninos.
- Salvo pelo gongo, te vejo na sala Mané.

O dia realmente só aparentava mudanças, tiveram teste surpresa sobre a matéria que estudaram na primeira semana de aula, a aula de matemática foi torturante, cerca de sete paginas de matérias copiadas no caderno em apenas dois tempos de cinqüenta minutos de aula, o vestibular massacrava os alunos com tanta matéria, o intervalo para o lanche não poderia ser pior, não satisfeitos em dar um soco, jogaram também uma bomba de molho arremessada pelo melhor cestinha da escola, acertou em cheio na cabeça do pobre novato, a única coisa realmente boa daquela manhã, foi uma garota que foi o ajudou a se limpar, ela aparentava ter cerca de três anos a menos que ele, era incrivelmente bonita e simpática.

- Garotos estúpidos, você esta bem?
- S..Sim, sim, sim estou bem sim!
- Vem deixa eu te ajudar.
- Você deve ser novo aqui, eles sempre pegam no pé dos novatos, mais não se preocupe, logo, logo eles esquecem que você existe e encontram alguém para encher, vamos eu te levo até o banheiro dos funcionários La eles tem um chuveiro, e a faxineira pode arrumar um uniforme velho para você, não é grande coisa, mais melhor que ficar cheirando a molho o dia inteiro.

Era incrível como uma menina podia ao mesmo tempo ser bonita, simpática e legal, eles foram até o banheiro, ela o deixou nas mãos da faxineira que o emprestou um uniforme velho e o chuveiro, tomou banho se trocou e agradeceu a funcionaria, foi pra sala de aula, já estava atrasado, era aula de geografia, ao entrar teve de explicar tudo ao professor, mais não antes de receber mais uma provocação dos alunos “Ta usando pano de chão Mané?” após ter esclarecido tudo para o professor sentou em uma carteira e continuou acompanhando a aula. Meio dia, foi liberado, almoçou com os funcionários e foi para o seu ultimo dia na detenção, já havia até se esquecido do livro na redoma dourada, chegou a seu posto e a primeira ordem que recebeu foi de arrumar uma montanha incrivelmente maior que as anteriores, fez uma cara de assustado tão grande que a bibliotecária teve de conter um risinho enquanto explicava.

- Como hoje é o ultimo dia da semana, todos os livros devem voltar para a biblioteca para serem re-locados, é o chamado dia zero, os alunos os devolvem e se quiserem os pegam emprestado de novo, bom trabalho!

Foram horas e mais horas guardando livros, tinham livros ali que ele nem imaginava que existiam, os títulos ao menos o distraiam um pouco, Os Amores de Jurema, Um passeio ao farol da Barra, Contos de uma adolescente, porém um foi o que mais lhe chamou a atenção, até dedicou um pouco do seu tempo para lê-lo O QUE FAZER ENQUANTO ESPERA NO BANHEIRO, dicas de como aproveitar o tempo enquanto esta literalmente na vida privada. Terminou com os livros, agora recebeu a ordem de passar pano no chão, desta vez estava fazendo tudo com muito gosto, pois sabia que acabaria dali a alguns minutos, já tinha limpado quase todos os corredores quando se deparou ali novamente, em frente a porta da sala dos arquivos, lembrou do que havia visto em seu livro, encarou a porta seriamente, a melhor chance que ele tinha de ver o que realmente poderia ser o brilho vermelho seria enquanto ainda tivesse acesso a chave das portas da biblioteca, agora ele podia entrar na sala dos funcionários da biblioteca, quando iria poder novamente ter uma chance dessas? Pensou melhor e decidiu deixar para lá, era perigoso demais ganhar mais uma semana de detenção, voltou ao trabalho quando uma pequena confusão o chamou atenção olhou para traz e viu aquela menina que o ajudou vindo correndo pelo corredor que estava limpando, atrás dela vinha seu arque rival correndo com uma expressão de fúria total.

- Cuidado o chão esta molhado.
- Não se mete novato, isso aqui é conversa de família.
- Me ajuda, Aaaaaaaa.

Apesar do aviso, havia sido tarde, os dois escorregaram e vieram a toda velocidade em sua direção foi aquela confusão, esbarraram com tudo na porta que a pouco vinha sendo observada tão a fundo, logo, logo a senhorita Clodores apareceu com uma enorme face de lua cheia, soltando bufas de ar, parecia um touro solto durante a corrida do touro na Espanha, aparentemente ela já sabia que seu pseudo escravo não tinha nada a ver com a confusão, pois pegou o casal e os levou aos berros.

- ISSO É COISA QUE SE FAÇA? VOCÊS SÃO IRMÃOS, ESTUDAM NESTE COLÉGIO DESDE PEQUENOS, COMO PODEM APRONTAR UMA COISA DESSAS, OS DOIS VÃOS PRA DETENÇÃO, VOU LEVÁ-LOS A COORDENAÇÃO, E VOCÊ LIMPE ISSO TUDO AQUI.

Era muita informação em meio a toda aquela confusão, quer dizer que a menina simpática, a única que o ajudara de todo o colégio, poderia ser qualquer uma, porém era a única pessoa que realmente ele não esperava que fosse a irmã do seu maior rival no momento. Ficou tão espantado que não percebera que a porta da sala de arquivo estava aberta, provavelmente com o impacto ela arrombou, só percebeu quando o brilho vermelho novamente se intensificou, muito mais forte que antes, como que prevendo a ultima chance de fazer contato com o garoto, brilhou mais intensamente que nunca, dessa vez o coração acelerou de uma vez, e antes que percebesse já estava dentro da sala, era exatamente como nos seus sonhos, e lá estava a redoma de vidro com detalhes em dourado, estava envolvida em um brilho vermelho se aproximou, conforme se aproximava o livro reagia, a redoma começava a tremer, até ser arremessada com um grande estrondo bem longe, o livro estava ali na frente dele, aparentemente não tinha título, apenas um livro com uma capa avermelhada com detalhes verdes, muito antigo a apresentando sinais de desgaste, finalmente tocou no livro, imediatamente o livro de regenerou, e formou o título, “Libri Ex Destination” (usei um tradutor online de latim, por isso preço desculpas pelos erros, aceito ajuda com eles) em letras douradas e quentes como fogo, ele o abriu, apareceram mais palavras.

- Quem língua é essa? Eu não entendo nada, como eu vou ler? Queria poder conseguir ler isso.

Como que escutando os desejos do jovem as palavras imediatamente fizeram sentido para ele, pode ler cada palavra, cada linha

- “Ola meus tener mulier , EGO sum unus alius dimidium of suus animus , have went latch huic libri unus diu Per priores veneficus iugum multus validus , unus dies ut vos meus alius dimidium ex animus retornasse vita EGO is can tepidus meus vengeance leia alica ut of liberatio super ut myself abstract daqui QUOD una nos vadum exsisto priores afresh , QUOD procul vingaremos ut of totus of.”
- Oi meu jovem, eu sou a outra metade da sua alma, fui trancado neste livro a muito tempo por um mago cristão muito poderoso, um dia quando minha outra metade da alma retornasse a vida eu poderia ter minha vingança, leia o feitiço de libertação para me tirar daqui e juntos seremos um novamente, e nos vingaremos de todos.
- Sim, isso mesmo, todos irão pagar.
- Não faça isso meu jovem, ou serei forçada a lhe matar.
- Você? Me matar, HAhAHAHAHA, você não tem poder suficiente para isso, morra.
- AAAAAaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
- Onde estávamos? Sim o encanto, me diga qual é.

- “Lia suggero me : Breathtaking is can occultus broadminded is angelus ex pondera super ut Per bedlam obvius universitas , EGO sum dimidium quam is est ut pro is mendum , EGO licentia QUOD embodies.”
- Leia junto comigo: Magnífico poder oculto, libere este anjo do equilíbrio para por caos no mundo, eu sou a metade que lhe faltava, liberte e incorpore.

Imediatamente o livro brilhou e o prédio começou a tremer, pessoas gritavam enquanto corriam, os animais haviam enlouquecido, atacavam sem piedade todos a sua volta, o livrou se transformou em uma espécie de líquido vermelho que foi sendo absorvida pela pele, envelheceu cerca de dez anos imediatamente, ficou realmente atraente frente as meninas, ele sentia o poder fluindo em seu corpo inteiro, por que não experimentar seus poderes ali agora? Afinal aquele lugar não lhe trouxe nada de bom, a não ser seus poderes de volta, sim iria destruir tudo ali, tudo e a todos, começando com a bibliotecária que estava transformada em estátua, ela seria a primeira.

- Vadia imunda, terá o que merece por se aliar aos protetores. Vire pó. E o mesmo vale para este lugar, vire pó. HAHAHAHAHAhaha.

Capítulo 2 – 15 Anos depois.
- Olhem ela esta acordando.
- Parece estar bem.
- É um milagre alguém, justo aqui no ponto zero e ainda ter sobrevivido por tanto tempo.
- vamos temos que levá-la para a vila, rápido.

Postado por Jorge; ás 00:11 | Segunda-feira, Abril 21, 2008


Bom dia, boa tarde ou boa noite caros leitores, aqui neste post começa a história que eu estarei escrevendo, ja consegui por espaço para comentários para receber dicas e críticas da parte de vocês mesmo assim qualquer coisa usem minha pagina de recados do orkut e meu e-mail disponiveis nas barras laterais, espero que gostem. Eu sei que o começo é meio chato, mais é necessário para a história, então peço paciência.
P.S. Ainda não tem título, assim que eu pensar em um bom titulo eu posto o nome.

CAP 1 – Introdução para o inferno.

Nossa história começa no Brasil, para ser mais exato no estado da Bahia, para ser mais exato ainda em sua capital Salvador, uma recém chegada família ainda em estado de adaptação, esta se preparando para iniciar um dos corriqueiros dias de uma família do atual mundo capitalista. Nossa família é composta de um chefe de família que graças ao seu emprego, sua família não consegue fixar raízes, gerente de banco tem que estar o tempo todo se mudando devido ao sistema rotatório adotado pelos bancos, é razoavelmente alto para os padrões do país e possui um tom de pele também considerado branco para os padrões do país, cabelos negros e olhos castanhos, por volta dos quarenta anos é um lobo dos negócios o que o levou a sua atual posição em seu emprego, uma mãe dona de casa dedicada que em suas horas vagas escreve livros de culinária, sua idade esta entre os trinta e quarenta anos, morena com cabelos cacheados de um tom meio acastanhado, muito bonita. E por ultimo e nem um pouco menos importante seu único filho, que herdou todas as melhores qualidades físicas de seus pais, adolescente, como sempre cheio de questionamento de rebeldias, cabelos negros e lisos assim como os do pai, em corte baixo e espetados, um pouco mais alto que seu pai aos quinze anos o jovem ira para seu primeiro dia de aula na escola nova.
- Acorda filho Hora da aula!
- A não pai, eu tenho mesmo que ir?
- Já discutimos isso antes, escola não é opção é obrigação, se você não se dedicar aos estudos nunca será um homem bem sucedido como seus pais.
- E levar uma vida de mudanças de um lugar para o outro, ficar o dia inteiro em um escritório esquecendo que tem família é vida? ...
- Tudo bem, não precisa me olhar assim eu vou me arrumar.

Rotineiramente levantou-se como todos os jovens em sua idade nas segundas-feiras, ou seja, praticamente se arrastando até a pia para lavar o rosto, praticamente como se já estivesse programado para fazer aquelas ações, ele colocou pasta na escova e levou-a a boca escovando os dentes, depois voltou a seu quarto, colocou o novo uniforme, pegou a mochila e desceu para tomar café.

- Bom dia filho!
- Como se tivesse alguma coisa de bom nele.
- O que foi? Aconteceu alguma coisa?
- Aconteceu sim, eu nasci.
- Não fale assim, fale com a mamãe, o que aconteceu?
- A senhora ainda pergunta? Eu estou cansado dessa vida, sempre mudando, colégio novo, é sempre a mesma droga, que “merda”!
- Não fale assim com a sua mãe, eu trabalho duro o dia inteiro para te dar conforto e educação de primeira qualidade.
- Hum, em mais um colégio cheio de esnobes filhinhos de papai que eu odeio.
- Horas cale-se, tome o seu café e vamos que precisamos nos apressar.

O resto do café se passou no mais absoluto silencio, comeram sem olhar um para o outro e se digiram ao carro para irem cada um para seu destino, andaram de seu apartamento alugado na barra até o colégio São Pedro (nome fictício) ao chegarem ao colégio, bastou apenas uma única olhada para saber que ali não seria diferente dos outros colégios, vários playboys com suas pseudo namoradas patricinhas se exibindo e ignorando totalmente os demais. Desceu do carro sem nem ao menos se despedir do pai e entrou no colégio, era tudo bem antigo, paredes recentemente pintadas de branco e azul, com designer arquitetônico que lembrava antigas construções romanas, colunas sustentavam uma sacada no segundo andar, dentro do colégio havia pinturas de pessoas nas paredes que pareciam ter pertencido ao alto clero do passado, misturado a quadros de personalidades de época como Dom Pedro I. Ao chegar ao segundo andar não foi muito difícil de localizar a sua sala, entrou e se sentou para esperar o professor.
- Bom dia alunos peguem seus livros de Matemática que hoje iremos fazer um pequeno resumo do nosso cronograma do semestre.
- Neste primeiro semestre do segundo ano do colegial estudaremos apenas área e volume dos sólidos, a matéria e trabalhosa e requer bastante atenção de todos.
-... Parece que nem todos estão prestando atenção no que estou falando, você, ai na ultima carteira, você é novo não é?
- Sim sou. Como é que a senhora sabe?
- Eu dei aula no ano passado para esta turma e não o conheço, prazer Maria Dolores, professora de matemática do ensino médio, parece que eu devo esclarecer algumas coisas para você, aqui eu sou a lei, eu mando e os alunos obedecem.
- É parece que voltamos aos tempos de ditadura(cochichando em voz baixa para só próprio)

- Disse algo meu querido?
- Não, nada não professora, pode continuar já entendi, a senhora manda e nós obedecemos.
- Vejamos onde eu estava, a sim estudaremos...
- Ei você novato! Aqui temos algumas regras com relação aos novatos, por exemplo, no seu primeiro dia, o seu lanche é meu e dos meus amigos.
- E se eu não quiser dar?
- Bem você é quem sabe, vai ser do modo fácil ou do difícil.
- Vou pagar para ver, modo difícil.

A cena que se passou a seguir foi tão rápida que quando se deu conta a professora já estava aos berros o expulsando da sala para receber uma punição disciplinar na coordenação, com a mochila nas costas tentando entender o que havia acontecido, a ultima coisa que se lembrava era do seu colega do lado chutando a sua cadeira e ele caindo sobre o armário de modelos em um canto da sala quebrando o armário junto com sua carteira, logo depois a professora o expulsara da sala aos berros para a coordenação, caminhou sem se atender aos detalhes do colégio, seguindo as placas de instruções, até que conseguiu chegar a coordenação dos estudantes no primeiro andar, ao chegar foi recebido pela secretaria que o mandou aguardar um instante e depois o encaminhou a coordenadora.

- Diga meu filho o que você faz aqui?
- A professora Maria Dolores me mandou vir aqui.
- O que você fez para que ela o mandasse aqui?

Contou tudo o que havia acontecido, assim que terminou a professora imediatamente rompeu a porta e puxou a professora para um canto, as duas cochicharam por alguns minutos com muita gesticulação da parte da professora, após uma encenação que para os que puderam presenciar, parecia digna de um Oscar, a coordenadora se dirigiu novamente ao aluno.
- Muito bem garoto, você parece estar encrencado, a professora me contou o que realmente aconteceu, você desrespeitou a aula dela e ainda tentou agredir um colega ao lado, chutando sua cadeira, o colega imediatamente percebeu e segurou a cadeira com o pé no chão, fazendo que sua cadeira fosse deslocada em direção ao armário, a história foi confirmada por todos ao redor que presenciaram a cena, sua detenção será ajudar na arrumação da biblioteca após suas aulas todos os dias por uma semana.

- Mas...
- Mas nada, apenas aguarde La fora ate a próxima aula e cumpra sua detenção, estarei ligando para os seus responsáveis imediatamente para lhes informar do ocorrido.


Muito mais enraivecido ainda, nosso problemático estudando esperou no sofá da recepção junto a secretaria que a todo momento o mandava olhares de censura, o sinal tocou e era o horário do intervalo, quando ia saindo para ir lanchar, percebeu que seu vizinho de carteira o estava esperando no corredor mais próximo junto a uma tropa de seguidores, um mais feio que o outro, se comparados ao seu líder que era magro forte e de um modo meio grotesco encantava as meninas, o resto da gangue se equipara a grotescos Trols saídos de uma ficção medieval. Decidiu voltar e esperar, até que encontrou sua oportunidade, seu próximo professor seria João Figueira de Física, e ele acabara de vir ver a coordenadora, decidiu acompanhar o professor até a sala, desta vez não sentou-se no fundo, procurou uma cadeira do outro lado da sala, a aula foi até interessante, o professor era novo e jovial e tinha uma didática totalmente diferente de ensinar, durante as explicações ele contava mini-histórias sobre fatos que envolviam a matéria, o que deixava a aula mais interessante, só que mesmo com uma boa aula, ainda chegavam olhares perfurantes como balas de fuzil metralhando sua cabeça vindas diretamente de seus antigos vizinhos de carteira. Fim da aula, era hora de sua punição, ele recebeu almoço junto com os funcionários do colégio e logo em seguida se dirigiu a biblioteca que por sinal era enorme, cabiam ali uns 4 apartamentos como o seu, e olha que não era pequeno, além de ter algumas salas de arquivos antigos que não eram acessíveis aos alunos.

- Hum, então você é meu ajudante? Sou Clodores, comece arrumando esses livros aqui e quando voltar ainda tem mais.
- Sim senhora, não sabe o quão animado estou para começar?
- Desculpa, mais eu ouvi ironia? Gostaria de mais uma semana na detenção comigo? Se sim eu posso lhe arrumar.
- Não, não será preciso, já estou indo.
E o trabalho começou, não podia ser pior e mais chato, livros pesados, sobe e desce de escadas para guardar nas estantes, poeira, escorregões, e como se não bastasse apareciam cada vez mais livros, até que finalmente percebeu que seus amiguinhos de classe estavam ajudando a dobrar seu trabalho pegando um livro atrás do outro, em dado momento se escondeu atrás de uma estante para descansar um pouco, foi quando percebeu uma das portas de arquivos antigos entreaberta, ao olhar em seu interior só havia escuridão, com exceção de um estranho fraco e fantasmagórico brilho vermelho que vinha de seu interior, bem mais ao fundo para ser mais exato, neste momento lhe veio uma estranha e compulsiva vontade de entrar ali para olhar mais de perto o estranho brilho vermelho, foi se aproximando da porta cada vez mais perto, já estava quase tocando a porta quando seu coração deu uma repentina acelerada, a bibliotecária Dolores saíra de dentro da sala passando a chave logo em seguida, deu uma olhada compenetrada que parecia lhe estar escaneando a alma.

- A entrada nestas salas de arquivo é proibida, somente eu posso entrar nelas, então continue seu trabalho.
- Sim senhora, como quiser.

O dia continuou na mesma, livros e mais livros a serem arrumados, pelo menos os seus colegas de classe tiveram que ir embora, e isso diminuiu a quantidade de trabalho, com menos livros para serem guardados sobrava mais tempo para dar uma olhada nos gibis, até ser chamado novamente para mais uma carga de livros que os bagunceiros e preguiçosos alunos insistiam em esquecer em cima da mesa. Finalmente o final da tarde chegou e com ela o fim de seu expediente, liberado pela bibliotecária pegou suas coisas e ligou para seu pai e recebeu mais uma maravilhosa noticia, teria de voltar para casa de condução, seu pai estava muito ocupado trabalhando para ir buscá-lo, com sua felicidade quase atingindo um nível de súbito sucumbo, decidiu ir andando para casa pra ver se resfriava a cabeça, andou pelos corredores do colégio agora praticamente vazios, e saiu pelo grande portão principal, contornou o colégio até ter sua atenção chamada por algo, parecia ser na direção da biblioteca, uma pequena janela em uma parede, provavelmente uma das salas de arquivo, ele estava vendo a mesma luz que virá quando estava em sua penitencia, só que parecia mais intensa que nunca, e novamente seu coração acelerou e ele sentiu uma súbita vontade de ir verificar qual a fonte da luminosidade.

Continua...

Postado por Jorge; ás 01:58 | Sábado, Abril 12, 2008


Criei este blog para reescrever meu livro, ja que eu tava escrevendi ele no meu pc, ai deu problema e tive que formatar perdendo tudo, bem no proximo post eu começarei a escrever ele e atualizarei de acordo com disponibilidade de tempo, espero conseguir atualizar semanalmente, mais se caso não for possivel espero compreensão dos leitores.

Postado por Jorge; ás 20:05 |





Nome: Jorge Costa
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